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Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Caçadores unem-se uma vez mais e doam 1615€ a Instituição de pessoas com deficiência

Julgar é fácil. Condenar, sem conhecimento de causa, ainda mais fácil o é. Atacar, humilhar e ameaçar são comportamentos típicos de quem julga e condena, sem conhecer a realidade. Mas, o mais importante de tudo isto prende-se somente numa coisa: quem faz o quê? Quem ajuda quem? Quem é altruísta ao ponto de se preocupar mais com o outro do que consigo próprio?

 

Hoje venho contar-vos a história (real) de um grupo de pessoas que se uniu, uma vez mais, para fazer a diferença na vida de alguém. Um grupo de pessoas que são caçadores e que, acima de tudo, são humanos, altruístas, caridosos e pró activos no sentido de fazerem alguma coisa de útil.

 

No dia 3 de Junho, realizou-se uma Prova de Santo Huberto de Beneficência na Herdade dos Nabos, com o intuito de ajudar a CERCIMOR - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados CRL, de Montemor-o-Novo. Esta Instituição dá apoio a pessoas com deficiência ou incapacidade, residentes em alguns concelhos alentejanos e, como todas as insituições que ajudam pessoas, animais e/ou outras causas, necessitam de ajuda. E foi isso que fizemos. Ajudamos!

 

Estavam presentes cerca de 100 pessoas, vindas de todos os pontos do país. Pessoas que sairam das suas casas (muitas de madrugada), que fizeram kms e kms, que gastaram dinheiro, que deixaram a família em casa, somente para ajudar!

A Prova correu muito bem, assim como o almoço e entrega de prémios. Deixem-me ressalvar a ajuda de várias entidades para que a prova fosse um sucesso. Sem vocês, não seria possível!

 

Contamos ainda com a visita de residentes e da direção da CERCIMOR, durante o evento. Houve uma interação entre todos e umas palavras sentidas da direção para todos nós, agradecendo o apoio enorme que estavamos a dar. Como disseram "ninguém vos dá nada em troca para estarem a fazer isto (...)"

 

E eu respondo! Não precisamos que nos dêm nada em troca, porque a melhor coisa que podemos receber é o vosso sorriso, as vossas lágrimas e os vossos abraços. É sabermos que fizemos a diferença, que pudemos ajudar alguém, que podemos fazer alguém sorrir. É saber que os 1615€ que conseguimos angariar serão mais úteis para vocês do que para nós.

E, sobretudo, é saber que a palavra caçador em nada influencia este gesto maravilhoso que aconteceu nesse dia. É saber que todos somos humanos, todos somos diferentes, mas é com essas diferenças que poderemos evoluir. Como Pablo Neruda, um importante poeta chileno do século XX disse, “A felicidade é interior; e não exterior e, por isso mesmo, não depende daquilo que temos; mas sim daquilo que somos”.

Obrigada por serem quem são! E obrigada por terem feito a diferença na vida de alguém!

Menos julgamentos, menos críticas e mais ação! É este o nosso lema!

ML.

 

(Notícia que saiu no Badaladas, Revista Caça e Cães de Caça e Jornal Montemor)

 

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Em Espanha caçadores, pescadores e o mundo rural unem-se!

O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e o Partido de Esquerda Podemos, no dia 20 de Junho, votaram contra à alteração da Lei do Património Natural e Biodiversidade. Os votos do PP, PNV, PDCat e Grupo Mixto não foram suficientes.

Esta medida pressupõe, desde logo, um duro golpe para o mundo rural, o mundo da caça e da pesca. Além disso, alberga um grave prejuízo económico em algumas zonas do país e levará à extinção de animais como o carneiro da barbária, as carpas ou os caranguejos vermelhos.

 

Pretendia-se então alterar a lei: aproveitar-se a caça e/ou pesca em áreas que não prejudicassem o meio ambiente e não representassem um problema ambiental para o controlo e gestão das espécies". Esta alteração da lei implicava que as espécies ficassem a cargo dos governos regionais, que decidiam em que regiões poderiam ser controladas. O objetivo? Evitar os prejuízos económicos que a lei em vigor provoca (em muitas regiões de Espanha) e assegurar maior segurança jurídica a todos os setores envolvidos. Além disso, salvar estas espécies invasoras da sua extinção e milhares de postos de trabalho.

Os ditos "ecologistas" não tentaram melhorar a conservação do ecossistema espanhol, preservar o mundo rural ou garantir a defesa de espécies autóctones.

 

Consequências desta decisão?

Segundo os últimos dados, poderão perder um fluxo económico de mais de três milhões de euros, sendo as comunidades mais afetadas ANdaluzia, Castilla-La Mancha, Catalunha e Extremadura.

Segundo o jornal espanhol ABC, desde a aplicação da sentença do Supremo Tribunal, em 2016, fecharam 25% dos estabelecimentos relacionados com a pesca; 60% das vendas de equipamentos de pesca decaiu para metade; e 75% das contratações turísticas internacionais foram canceladas.

Além disso, prevê-se a extinção do carneiro da barbária ou arruí, uma espécie vulnerável; sendo que Espanha é como um reservatório mundial para estes animais. Podemos ainda acrescentar que esta espécie tem uma função importantíssima: prevenção de incêndios florestais. 

No caso da pesca, prevê-se que fechem 2500 lojas de produtos de pesca; dezenas de empresas e 81 cotos intensivos.

Perda de 200 milhões de euros e perda de 9500 empregos diretos.

 

Desde que esta notícia se tornou publica, as redes sociais aqueceram e, o mundo rural, entendeu a posição destes partidos políticos (PSOE e Podemos) como uma traição; uma vez que estes dois partidos comprometeram-se a resolver os problemas das espécies invasoras e, agora com esta atitude, condenam-nas à extinção e à extinção de muitas vagas de trabalho.

 

E depois de tudo isto, mais de 60 organizações do mundo rural juntaram-se em Madrid, para anunciar manifestações massivas em todo o país, que terminarão com uma grande manifestação em 2018, em Madrid. Estes setores, que representam mais de 3,5 milhões de pessoas em Espanha, uniram-se com uma mensagem bem forte:

"Não é admissível que o Congresso dos Deputados, que representa todos os espanhóis, vire as costas ao mundo rural". E continuam dizendo "é imprescindível uma mudança radical nas políticas urbanizadas e na constante pressão dos ditos ecologistas. Caso isto não aconteça, teremos um país com milhares de zonas abandonadas e um mundo rural totalmente devastado".

 

(Fonte das notícias: Jara Y Sedal)

 

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Nos Açores, coelhos bravos adquirem imunidade contra DHV2

Segundo um estudo da Direção Regional dos Recursos Florestais, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto e dos caçadores açorianos, em 2016, chegou-se à conclusão que cerca de 70% das populações de coelho-bravo na Terceira e 40% em São Miguel e Graciosa já adquiriram imunidade contra a nova variante do vírus da Doença Hemorrágica Viral.

Quem o afirma é a Diretora Regional dos Recursos Florestais, Anabela Isidoro, que acrescenta "os serviços têm estado a fazer um acompanhamento mensal das populações de coelho bravo em todas as ilhas; e estes dados recolhidos dão-nos boas notícias".

O estudo, intitulado de “Monitorização da DHV2 nas populações de coelho-bravo nos Açores”, foi feito com base em recolhas de coelhos, em dezembro de 2016 com a colaboração dos caçadores da zona, tendo permitido fazer então uma comparação com os dados referentes a 2015.

 

O programa envolveu as seguintes ações:

  • Avaliação das flutuações na abundância das populações de coelho-bravo, a partir de contagens periódicas de coelhos em cada ilha.  
  • Avaliação das variações na mortalidade de coelho-bravo e a sua relação com a DHV, baseada na prospeção e amostragem sistemática de cadáveres. 
  • Diagnóstico e caracterização das estirpes de vírus da DHV em circulação nas populações açorianas de coelho-bravo, detetadas em animais encontrados mortos ou recém-caçados 
  • Estudo de possíveis respostas imunitárias do coelho-bravo à DHV, baseado na amostragem de animais recém-caçados 
  • Avaliação de eventuais efeitos da DHV na estrutura demográfica das populações açorianas de coelho bravo, baseada no exame de animais recém caçados.

 

Boas notícias, sem dúvida! Parabéns pelo trabalho realizado!

ML.

 

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Feira da Caça do Turcifal e Prova de St. Huberto em Óbidos

Este fim de semana foi marcado pelas temperaturas muito elevadas, e também por duas provas de santo huberto. Mais um fim de semana entre amigos, entre animais e entre a natureza. Nada melhor :)

 

Sábado: 3ª Prova de St. Huberto de Apuramento ao Campeonato - Feira da Caça e Mundo Rural de Torres Vedras

 

A última prova de contagem para o apuramento ao Campeonato da CNCP teve lugar no Turcifal, integrada na Feira da Caça, Natureza e MUndo Rural. Estiveram presentes 15 conjuntos, que foram divididos por duas séries (uma série a contar para o campeonato, julgado pelo José P. Leitão e Paulo Filipe; e outra série com concorrentes extra campeonato, julgada por mim e Paula Estrelo). 

Foi uma prova difícil, dado o calor que se fazia sentir. Julgamos num terreno difícil, em que não havia uma brisa para ajudar os cães. Tivemos de encurtar um bocadinho a duração de todas as provas, para que conseguissemos acabar o mais rápido possível, para os cães não sofrerem tanto.

Foi uma manhã muito bem passada. Gostei imenso de julgar com a Paula. As prestações que vimos não foram exuberantes, devido às condições que se faziam sentir. Passaram os dois primeiros melhores de cada série à barrage, que ficou assim ordenada:

 

1) Fernando Neves, BAM

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2) André Costa, BAF

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3) Sérgio Fernandes, BAM

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4) Luis Delgado, BAM

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Parabéns a todos! Parabéns e obrigada a todos aqueles que foram à prova, mesmo com o calor e que participaram na exposição de beleza. Obrigada aos juízes e aos postores, João e Hilário. 

 

E, após as três provas de contagem, foram apurados para representar a Oestecaça na final do Campeonato Nacional da CNCP:

 

1) João Gil

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2) André Costa

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3) Luis Delgado

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Muitos parabéns!

Este dia ainda ficou marcado por uma exposição de beleza de cães de parar e de podengos, julgada pelo Jorge Rodrigues. Devido ao calor, a exposição foi realizada dentro do recinto da feira e apareceram imensos cães. Creio que talvez tenha sido o ano com mais cães representados, sobretudo os podengos. Deixem-me dar os parabéns a todos! E os vencedores foram:

 

Cães de Parar

1) João Simões, com BAF

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2) João Pereira, com BAM

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3) Sandra Plácido, com SIF

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Podengos

1) Mafalda Leitão, com Podengo português médio pêlo cerdoso

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2) Bruno Dias, com Podengo Grande de Pêlo liso

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 3) José Carlos, Podengo grande de pêlo cerdoso

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Obrigada :)

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Deixem-me fazer aqui um pequeno parêntese, e agradecer ao meu pai pelos maravilhosos podengos que nós temos, seja para a caça, seja para a morfologia. Grande equipa pai!

 

 

Um último pormenor (pormenor este que faz grande diferença). Enquanto decorriam as provas de santo huberto, no campo, um grupo de caçadores andava a fazer a limpeza do mato. Ficam apenas algumas fotografias para registar esse momento e para perceberem, uma vez mais, o trabalho dos caçadores, que é muito mais do que o "matar", como gostam de referir.

 

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 Domingo: III Prova de Santo Huberto de Óbidos

 

Para falar deste dia e desta prova, tenho que realçar um nome e agradecer do fundo do meu coração: César Sousa. César bem sei que não foi fácil; que passaste horas sem dormir, para que tudo ficasse perfeito e que no dia antes da prova tiveste imensos telefonemas de pessoas a desmarcarem. Ou seja, tudo aquilo que tinhas idealizado e organizado, deu uma volta gigante. Não sei, nem quero saber os motivos destas pessoas. Acho uma falta de respeito perante ti e perante o teu trabalho e bem sei que estavas em baixo. Mas queres saber uma coisa? Foi uma das melhores provas, com uma grande organização e toda a gente adorou! Por isso César os meus parabéns. Continua! Como disseram na entrega de resultados "esta é já uma prova de nome nacional"! Portanto para o ano cá estaremos todos para te apoiar e para fazermos desse dia outro grande dia.

 

Começamos cedo por causa do calor, e às 6 da manhã estavam presentes juizes e concorrentes. Depois de tomado o pequeno almoço e de ser feito o sorteio (esta prova tinha a peculiaridade de poderem inscrever dois cães), ficaram organizadas 4 séries, com 25 conjuntos. As séries foram julgadas por mim (postor Zé); Jorge Rodrigues e Paula Estrelo (postor Fred); Paulo Filipe (postor Hilário) e José Pedro Leitão (postor Renato). 

 

Particularmente, e falando da minha série, não era dos terrenos que mais gosto para a prática desta modalidade; mas foi um terreno onde todos os cães fizeram caça e onde conseguia ver bem a tipicidade de cada raça e a busca de cada cão, e isso satisfez-me bastante. Um terreno curto; mas o tempo também foi reduzido, devido ao calor. Começamos as 7 da manhã as provas e por volta das 10 e tal já tinhamos terminado; o que foi bom, quer para os cães, quer para os concorrentes. Gostei muito da minha série, dos concorrentes que participaram nela, assim como da companhia do Zé. Creio que todos conseguiram disfrutar. 

 

 

Depois passaram os dois melhores de cada série, para a barrage. Esta foi a primeira vez que fui nomeada Presidente de Juri da Barrage, pelo Jorge Rodrigues. Fiquei extremamente contente, mas também nervosa. É sempre uma grande responsabilidade, ainda para mais quando somos tão perfecionistas e queremos sempre fazer o melhor. Os resultados da barrage foram os seguintes:

 

1) Carlos Guilherme, PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2) André Costa, BAF

 

3) Luis Delgado, BAM

 

4) João Pereira, BAF

 

5) César Sousa, EBF

 

6) Carlos Moreira, EBM

 

7) Carlos Lopes, BAF

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8) Alexandre Magalhães, EBM

 

 

Houve ainda prémio para o melhor sócio, que foi o César Sousa.

 

 

Prémio para o Melhor cão - Fusca, BAF, do João Pereira

 

 

Prémio para o Melhor cão de Sócio - Cali, BAM, do César Sousa

 

 

Todos os concorrentes tiveram uma oferta, que marca então este dia maravilhoso. Além disso, também os postores e os juízes tiveram um miminho. Obrigada a todos vocês!

 

 

 

Obrigada a todos!

Que fim de semana maravilhoso! Infelizmente, acabou com a triste notícia dos incêndios, que me fez pensar tanto nisto a que nós chamamos de vida. É mesmo uma mera passagem e, a qualquer momento, podemos perdê-la. Portanto, vamos viver todos os dias como se fossem os últimos, vamos ser felizes, vamos amar, vamos rir e brincar! Vamos viver até não poder mais <3

ML.

Comunicado da Plataforma Sociedade e Animais - Manifestação de pesar e solidariedade

"Exmo Presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande

Exmo Presidente da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos
Exma Presidente da Câmara Municipal de Góis
Exmo Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pêra
Exmo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande
Exmos membros do Hospital Veterinário de Coimbra
Exmos membros da Clinica Veterinária Vetfigueiró, Lda

C/C:
Exmo. Presidente da República Portuguesa
Exmo. Presidente da Assembleia da República
Exmo. Primeiro-Ministro
Exmo. Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural
Exmo. Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural
Exmo. Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação
Exma. Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza
Exmos Deputados da Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República
Exmo Presidente do Conselho de Administração do ICNF

 

COMUNICADO DA PLATAFORMA SOCIEDADE E ANIMAIS

MANIFESTAÇÃO DE PESAR E DE SOLIDARIEDADE PARA COM AS POPULAÇÕES AFETADAS PELOS INCÊNDIOS RURAIS

A Plataforma Sociedade e Animais, entidade congregadora de várias entidades representativas do Mundo Rural e de atividades relacionados com os animais, lamenta profundamente o enorme flagelo que teve inicio no passado fim de semana em Pedrógão Grande, e em especial a lamentável perda de vidas humanas, endereçando sentidas condolências às famílias enlutadas e a todos os que muito perderam com estes dramáticos incêndios rurais.

No âmbito das atividades representadas pelas entidades da Plataforma Sociedade e Animais, vimos por este meio colocar-nos à vossa disposição para o auxilio das populações rurais afetadas, disponibilizando toda a nossa solidariedade e apoio, dentro das nossas possibilidades técnicas e organizacionais.

Plataforma Sociedade e Animais

 

Integram a Plataforma Sociedade e Animais:

ALCAC | Associação Lusa dos Criadores das Aves de Capoeira; ANPC | Associação Nacional de Proprietários Rurais, Gestão Cinegética e Biodiversidade; APF | Associação Portuguesa de Falcoaria; APMCM | Associação Portuguesa de Matilhas de Caça Maior; APSL | Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano; CAP | Confederação dos Agricultores de Portugal; CMN | Clube Monteiros do Norte; CNCP | Confederação Nacional dos Caçadores Portugueses; CPC | Clube Português de Canicultura; CPF | Clube Português de Felinicultura; CPM | Clube Português de Monteiros; FPC | Federação Portuguesa de Columbofilia; FPPD | Federação Portuguesa de Pesca Desportiva; FPT | Federação Portuguesa de Tauromaquia; APCRS | Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas; FENCAÇA | Federação Portuguesa de Caça; APCORIF | Associação Portuguesa dos Criadores de Ovinos da Raça Ile-de-France; APCCA | Associação Portuguesa de Criadores de Cavalos Árabes; FONP | Federação Ornitológica Nacional Portuguesa"

 

(In: http://www.plataformasociedadeanimais.pt)

 

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 (Fotografia Bombeiros.pt)

Prevenção: a palavra que poderia ter feito a diferença!

Perderam-se vidas. Perderam-se muitas vidas! E agora chegam as lamentações, as ajudas e a preocupação. Mas para estas pessoas, que perderam as vidas, que perderam familiares, ou que viveram todo este inferno; isso só não chega! Não pode chegar... 

 

Não podemos permitir que, num mundo tão desenvolvido como aquele que temos, aconteçam coisas destas. Certamente que a "Mãe Natureza" é quem manda, no entanto, creio que aqui a "Mãe Natureza" não teve outra opção. E porquê? Porque ninguém se lembra de algo muito importante: a prevenção! A prevenção que poderia ter evitado muita coisa... Mas não vamos falar de como poderia ter sido. Vamos falar sim de como poderá ser daqui para a frente...

 

É certo que as culpas irão ser atribuidas a alguém. Já se falou que foi a tempestade. Agora já se percebeu que o fogo começou antes da tempestade. O que será que aconteceu na verdade? 

E será isso o mais importante, para aquelas pessoas que perderam as suas vidas? Imaginam o sofrimento brutal pelo qual passaram? O medo, a angústia, o desespero... Não quero acreditar que isto tenha sido verdade, porque é demasiado doloroso. Vidas humanas perdidas. Vidas de animais perdidas. Uma floresta despida, onde só ficam os restos de dias de terror!

 

Dias de terror estes que talvez pudessem ser evitados se houvesse prevenção. Mas, como disse, vamos falar daqui para a frente. Portanto, comecem a prevenir agora, enquanto é tempo! 

Como?

O eucalipto tornou-se uma espécie dominante no nosso país, substituindo o sobreiro (espécies esta que desenvolveu uma capa - a cortiça - contra os fogos). Os especialistas afirmam que, com este ordenamento do território, divisão da propriedade, monocultura de eucalipto e pinheiro sem espécies tampão e despovoamente agrícola, os incêndios continuarão a existir e a fazer muitos estragos.

Mas, para além disto, deveria haver uma limpeza dos terrenos. Esta nova geração pouco se preocupa com isso; primeiro porque não fazem ideia do que deve ser feito e depois porque há coisas mais importantes com que se preocuparem e investirem o dinheiro. 

Engraçado, que ontem, num programa da RTP, um técnico da proteção civil dizia "nas zonas onde há Associações de Caçadores é mais difícil haver um incêndio (...)". E porque será?

Porque os caçadores ainda conseguem fazer a limpeza dos terrenos, ainda têm essa disponibilidade (sem que ninguém lhes pague, é certo). Fazem-no porque cuidam da natureza. Fazem-no porque cuidam dos animais. 

 

Então, meus caros, apostem na prevenção. Arregassem as mangas e façam alguma coisa de útil! Chega de boas palavras e discursos maravilhosos, pois as pessoas precisam de ação! De quem as ajude! De quem acabe com isto de uma vez por todas. 

Este ano apenas 38 pessoas se inscreveram em engenharia florestal. 

 

As novas crianças e os novos adolescentes, futuros adultos de amanhã, já não querem saber do campo e do mundo rural. As novas tecnologias ganharam! O mundo rural perdeu! Mas o mundo rural, ou a "Mãe Natureza" continuam a existir e por vezes relembram-nos disso, como é o caso deste incêndio que já destruiu 10.000 hectares (dos 12.000 mil que existem em Pedrógão Grande). 

Preocupemo-nos com o mundo rural e com a prevenção! Se poderia ter sido evitado? Talvez! Mas agora vamos focar-nos no que poderá ser evitado futuramente!

Menos palavras, menos "rabos sentados nas cadeiras" e mais ação!

ML.

 

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Foto de Diário de uma Caçadora.

Uma espera que deveria ter sido filmada!

Muitas são as noites que passo a fazer esperas... Muitas são as noites em que nada acontece e poucas são as noites em que temos histórias para contar! Histórias maravilhosas para contar. E ontem foi uma dessas noites. Uma noite que ficará na minha história como caçadora e que para ser melhor, só mesmo com uma máquina de filmar, para que pudesse registar todos aqueles momentos que vivi.

 

Cheguei ao campo, ainda era de dia. Aliás, durante a noite esteve sempre de dia, pois a lua cheia iluminava intensamente tudo o que nos rodeava. Decidimos ir para um sítio diferente, perto de culturas de milho, onde os javalis gostam de ir fuçar e de estragar. Nesse mesmo sítio, havia uma charca grande. 

Cheguei logo receosa com o frio e com as melgas; duas das coisas que mais me perturbam enquanto faço esperas. Estava frio, vento; mas os casacos ajudaram. Em relação às melgas, nada ajudou. E eu só as via a voarem por cima de mim, às dezenas. Enfim, "ossos do ofício", quiçá... 

 

Depois de estar "equipada", sentei-me e esperei... Mas espero pouco tempo, porque deparo-me logo com duas raposas, que brincavam e lutavam uma com a outra. Estive a observá-las durante algum tempo, até que  começo a vê-las correr na direção da charca; onde estavam dois gansos-do-egito ou gansos-do-nilo gansos, com três crias. O que acontece a seguir é de uma beleza extrema e custa-me não conseguir partilhá-lo convosco, com a mesma emoção que vivi.

Começo a ver as duas raposas, fofinhas e queridas, a rondar a charca. E começo a ver os dois gansos, lindos e imponentes, aflitos e a soprarem, defendendo o seu território. Então as raposas tentavam atacar as crias dos gansos, que não compreendiam o que se estava a passar; ao contrário dos progenitores, que as defendiam com "unhas e dentes". Levavam as crias para a ponta da charca contrária onde estavam as raposas; contudo estas, mais espertas que tudo, corriam na direção dessa margem, para tentarem matar as crias. Os gansos iam soprando, e iam nadando para o outro lado; assim como as raposas, que corriam também para o outro lado, prontas a atacarem.

A fêmea nunca abandonava as crias e, a uma dada altura, o macho começou a voar, aflito, para ver se conseguia desviar a atenção das raposas das crias, mas foi em vão. Elas estavam fixas nas crias.

 

Enquanto assistia a tudo isto, à aflição dos gansos; e à astúcia das raposas; iam pensando na realidade de hoje em dia. No que se passa no Parlamento, assim como nas "bancadas" do governo; em que tantos falam sobre a caça à raposa, mas que tão poucos conhecem a realidade. Estou certa de que ninguém dessa "bancada" assistiu a tal realidade. Ninguém dessa "bancada" compreende que as raposas matam milhares de outros animais e que se continuarem a proliferar, sem controlo, algumas espécies de animais terão de ser salvaguardadas ou acabarão por desaparecer (ex. coelho bravo). 

Por isso digo que este momento deveria ter sido filmado. Gostava que vissem, com os vossos próprios olhos, a aflição destes animais que sabiam que não tinham escapatória possível. Ou as raposas se cansavam ou os gansos morriam de exaustão.

 

Obviamente que acabei com aquele sofrimento e, mal as raposas deram comigo, fugiram. E os gansos ficaram. Ficaram na charca, mais descansados, pelo menos durante algum tempo. 

 

As horas foram passando e a noite, com muita claridade, foi entrando naqueles campos de milho e naquela charca. O frio fazia-se sentir e as melgas tinham acalmado. Ao longe, via um trator com as luzes que, muitas vezes, apontavam na minha direção. Um homem que ainda estava a trabalhar a estas horas, se calhar com família em casa, que não tiveram a companhia dele para jantar ou para ver televisão durante a noite. O homem manuseava o trator, que preparava a terra para plantação.

 

Não via nada. Não ouvia nada, a não ser as rãs na charca. Senti que estava na hora de ir embora e fomos ter com o Gil. Chegamos ao local e paramos a carrinha. O homem que trabalhava no trator estava agora pertíssimo de nós. As luzes do trator continuavam ligadas e agora ofuscavam-me a visão. Creio que ele reparou em nós nesse momento e, logo de seguida, sai do trator e corre na nossa direção, dizendo:

- Estão ali os javalis. Preciso que me ajudem, eles destroem-me tudo. Têm de fazer alguma coisa, por favor. São milhares de euros investidos e eles já conseguiram dar cabo de muita coisa. Um de vocês que venha comigo de trator, para vermos se os encontramos.

 

O Zé foi com este senhor que estava desesperado. Eu fui pela estrada, caso os javalis saissem para lá. Claro que o meu coração já estava a bater desenfreadamente. Claro que esta espera já estava retratada na minha história de caçadora como uma grande espera. Ia pensando naquilo que tinha visto, nas dificuldades que este homem teria, a ter de trabalhar de noite, e ia olhando para todos os lados, para ver se via alguma coisa. O luar ajudava (e muito), pois estava quase de dia e conseguia visualizar tudo muito bem.

 

Andava calmamente na estrada, pé ante pé. O tractor já ia bem mais à frente, do meu lado direito. Comecei a andar com mais rapidez até que tive de parar repentinamente. Do meu lado direito tinha umas silvas e, qual o meu espanto quando vejo um javali enorme a sair das silvas, a passar à minha frente e a olhar para mim, a cerca de 5 metros. Não sei explicar-vos o que senti. Sei que tive de suster a respiração. O javali olhou para mim e o luar iluminava-nos a ambos. Ele continuou a passo e rodou para a minha esquerda. Neste movimento dele, eu baixei-me, muito devagarinho e coloquei a arma à cara. O javali parou e olhou para mim de frente. Estavamos ambos, frente a frente, a olhar um para o outro, a 5 metros de distância. O meu coração estava prestes a explodir. O coração do javali deveria estar mais calmo, certamente. Segurava na arma e concentrava-me para o que teria de fazer até que, de repente, pelo canto do meu olho direito vejo mais vultos. Olho para o lado e vejo 4 javalis mais pequenos. 4 javalis que seriam os filhos deste javali que estava cara a cara comigo. 4 javalis que já não eram listados, que já não mamavam, mas que seguiam a mãe. 

Automaticamente, coloco a arma para baixo e fico a olhá-los. O javali continua a olhar para mim, com as orelhas fitas, parecia um podengo. Os mais pequenos aproximam-se. O javali grande manda um sopro enorme e vira-se de repente para fugir. Corre desalmadamente, e os pequeninos vão atrás, mas não o conseguem apanhar. 

 

Eu olho para o Gil, com um sorriso enorme, envolto já em lágrimas de felicidade, que me diz:

- Mas estás parva? Não atiraste porquê?

E eu simplesmente respondi: 

- Porque hoje não era para eu atirar. 

 

Há dias assim... Há dias em que a magia de uma espera se traduz somente nisto: em ver e em sentir. 

ML.

 

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Patrocínios e Agradecimentos - Prova de Beneficência à CERCIMOR

No dia 3 de Junho, os caçadores reuniram-se uma vez mais para ajudar quem precisa. Este ano, a Instituição escolhida foi a CERCI - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados CRL, de Montemor-o-Novo.

Conseguimos doar 1615€ e a Diretora, D. Cristina, ficou bastante emocionada e agredeceu a todos esta maravilhosa ajuda. 

 

Deixo-vos aqui o meu agradecimento, do fundo do meu coração a todos, um por um. Fica então o discurso que proferi na Prova, para todos os presentes. 

 

"Hoje é um dia muito especial. Não só para mim, não só para vocês, não só para a CERCIMOR mas, também, para toda a comunidade de caçadores. Porquê? É simples: porque mais uma vez demonstramos a nossa força, a nossa capacidade de dar sem receber nada em troca e, acima de tudo, o nosso humanismo. Demonstramos que a moda de nos chamarem assassinos, bêbados e retrógradas tem de acabar porque, o caçador de hoje em dia não é mais do que um gestor e cuidador da natureza e dos animais; um conservador das espécies mas, acima de tudo, um ser humano com sentimentos e com um altruísmo que deveria dignificar toda a classe.

 

E é de altruísmo que vos quero falar hoje. Desta atitude altruísta que todos vocês tiveram, um por um, aqui hoje. Pessoas vindas de vários pontos do país; que se levantaram de madrugada, que fizeram kms e kms; que deixaram as famílias em casa; que vieram gastar dinheiro e que vieram perder um dia de descanso. E tudo isto porquê? Para quê?

Somente para ajudarem. E somente porque são pessoas altruístas.

Obrigada!

 

Não me quero alongar mais, pois quero agradecer ainda um por um quem nos ajudou a que este dia mágico fosse possível.

 

Isto não seria possível sem a ajuda do . Além de um grande companheiro, é uma pessoa incrível, que está lá sempre para me ajudar e apoiar em todas as ideias loucas que tenho. Certamente que se não fosse ele, esta prova não teria sido como foi. Ele foi o alicerce para que tudo corresse bem, tendo tido imenso trabalho, sempre de um lado para o outro. Obrigada Zé!

Depois tenho de agradecer à minha família, porque sem eles creio que também não teria forças para chegar aqui e, principalmente, não seria quem sou. Obrigada ao meu pai, à minha mãe e à minha irmã.

 

Ao Eng. Passarinho e à Dª Maria Catarina, fica o meu muito obrigada também. Sem vocês tudo isto que aconteceu aqui hoje não seria possível. Ofereceram-nos a vossa casa, as vossas coisas, com toda a gentileza e amabilidade. Desde o primeiro dia que estiveram disponíveis para ajudar, demonstrando uma preocupação e uma sensibilidade enorme, para este tipo de causas. Desde logo, a preocupação com os cães devido ao calor que se poderia fazer sentir; ou a preocupação da melhor sala para fazermos o almoço, de modo a que as pessoas ficassem contentes foi uma constante. Demonstraram o coração enorme que têm e nós agradecemo-vos por isso.

 

Sem vocês que estão hoje aqui presentes, também não haveria prova e creio que são a peça fundamental deste puzzle. Bem sei que o Santo Huberto atravessa momentos difíceis mas também acho que muitas das dificuldades somos nós que, humanamente, as criamos. Muitas vezes, as coisas são bem fáceis de se resolverem, basta nós querermos. Na família do Santo Huberto, tal como numa família normal, há discussões, há momento menos bons, há zanga, há raiva mas, acima de tudo (e é por isso que chamo família) há amizade, amor, cooperação, companheirismo e algo de que gosto particularmente: a compreensão e o perdão. Temos de saber perdoar-nos uns aos outros, para conseguirmos viver a vida. E temos de saber compreender o outro e colocarmo-nos no seu lugar, para conseguirmos viver a vida de forma feliz. Por isso, peço-vos também que continuemos todos unidos, a fazer a diferença e a sermos feliz. Obrigada a vocês participantes por estarem aqui hoje: João Alfaiate; João Simões; Horácio Manuel; Vítor Silva; Rui Martins; João Landeiro; Bruno Limpo; Jorge Rosado; Carlos Lopes; João Gil; Paulo Correia; Valdemar Costa; Vítor Assis; Paulo Caldeira; Fernando Silva; Sérgio Fernandes; António Matias; João Pereira; Correia da Silva; Rui Almeida; Rui Bonito; Fernando Brito; César Sousa; Jorge Piçarra; Nuno Godinho; Flávio Fernandes; Fernando Neves; Fernando Henriques; Carlos Velez; Nuno Balico; Manuel Duarte; José do Carmo; Ricardo Duarte; João Costa; Nuno Turíbio; Nuno Santos; Paulo Vale; Luís Delgado; Alberto Henriques; Dinis Cristo; Pedro Figueiredo; João Gil.

 

E deixem-me também dar destaque aos novos participantes que aqui estão e que tiveram a coragem de participar, muitos deles não tendo a noção do que era uma Prova de St Huberto. Para além da coragem e da humildade, tiveram a intenção mais maravilhosa de todas: o querer ajudar o próximo e só isso, por si só, já faz de vocês grandes seres humanos. Muito obrigada Nuno Calado; João Vacas; Francisco Marques; Rui Alves Monteiro; Leonel Marques; José Godinho; Ricardo Ribeiro; Nuno Miguéns e Fernando Garrucho.

 

Continuando, quero agradecer do fundo do meu coração aos juízes hoje aqui presentes. Bem sei que estão sempre disponíveis para tudo e hoje, mais do que nunca, quiseram estar aqui presentes e demonstrar isso mesmo: que não são os maus da fita, mas sim outra das peças fundamentais do puzzle. Juízes há muitos e cada vez mais; mas os bons juízes destacam-se dos outros todos porque têm algo de diferente. O conhecimento teórico aprende-se nos mesmos livros; a experiência prática adquire-se no terreno, com os cães e com os concorrentes; mas a sensibilidade para julgar; o bom senso e a humildade só alguns é que têm. E é aí que se diferenciam dos outros. Obrigada a todos vocês que são muito bons juízes: Manuel Brás; José Pedro Leitão; Joaquim Rosa; José Gonçalves; João Lisa; Paulo Filipe; Samuel Lourenço; Paula Estrelo (tirocinante).

 

Aos postores, outra das peças do puzzle, o meu sincero agradecimento. É um trabalho ingrato, sem dúvida. Fazem-no porque gostam mesmo disto, não ganham nada em troca. Fazem-no porque são pessoas maravilhosas, que gostam de ajudar, que estão disponíveis e que gostam dos animais e da caça, tal como todos aqui presentes. A colocação de perdizes é um trabalho ingrato, muitas vezes há o receio de não saber qual o melhor sítio para as colocar, de forma a não prejudicar ninguém, saber como está o vento, qual o comportamento que as perdizes podem adotar; levar com as “culpas” se algo corre mal… Enfim, há um sensibilidade peculiar que tenho de ressalvar e agradecer. Obrigada também a vocês por estarem aqui hoje presentes: João Costa; Hilário; Joel; Marco; Freddy; Renato e Vítor.

 

Quero também agradecer a todos aqui presentes. Às mulheres que acompanham estes homens nas provas e que os esperam depois de um dia de caça. Vocês não sabem o papel fundamental que têm na vida deles, mas acreditem que se não fossem vocês, a amarem-nos, a estarem lá quando necessitam e a cuidarem de tudo; a caça e toda esta forma de vida não teria o mesmo sabor.

E aos filhos hoje aqui presentes… Fiquem felizes porque têm um pai que certamente vos dará a melhor educação do mundo e vos transmitirá os valores mais importantes.

 

Não querendo menosprezar ninguém, gostava apenas de fazer referência a algumas pessoas que me ajudaram e estiveram sempre preocupadas com o decorrer de toda a situação. São elas o João Pereira, que desde início me incentivou para fazermos esta prova; o Rui Bonito, que está sempre disponível para me ajudar em tudo e para ouvir os meus desabafos; o Rui Alves Monteiro que foi essencial para a concretização de todas as minhas ideias mirabolantes. Todos os dias havia qualquer coisa nova que lhe ia pedindo e ele sempre com a sua simpatia e dedicação, ajudava-me em tudo.

Obrigada também ao meu amigo Gil, que ia ouvindo os meus desabafos consequentes do que corria pior, do que já tinha conseguido fazer. E sobretudo obrigada pela amizade, e por todos os conselhos que me dás.

Obrigada ao Paulo Filipe que é daqueles amigos que também está sempre disponível para tudo, com o coração gigante que tem.

Obrigada ao meu querido Manuel Brás, que é daqueles que eu nem preciso de falar, pois já sei que estará sempre comigo em tudo.

Obrigada também à Paula e ao Nuno, que me ajudaram nos pormenores de última hora e sem eles seria mais difícil.

 

Por último, e não menos importante, tenho que agradecer a todas as pessoas e a todas as instituições que tornaram esta prova diferente das outras. Não pela quantidade de prémios ou pela qualidade dos mesmos, mas sim pela importância que têm no dia a dia; seja no mundo da caça ou não. Pessoas ou instituições que têm a sua vida; que não ganham nada em ajudar-nos (a notoriedade é um ganho secundário, no meio de tudo isto) e ainda assim mostraram-se disponíveis em dar. Em ajudar. O que hoje em dia é difícil.

 

E primeiro que tudo, e não é pelo valor do prémio, mas sim pela Instituição que é e pelo trabalho que deu; tenho de agradecer à Sata Açores. Uma companhia de aviões muito grande que não voa só para os Açores; que tem centenas de empregados, de assuntos para resolver; que não deve conhecer a realidade da caça e dos caçadores; que me aturaram quase todos os dias ao telefone, para obter alguma resposta (resposta essa que passou por muita gente) mas que, no fim de tudo isto, aceitou juntar-se à nossa causa, oferecendo a viagem de ida e volta para 2 pessoas aos Açores. Obrigada à SATA.

 

Seguindo esta linha e também porque são empresas que nenhuma ligação têm com a caça ou com os caçadores, destaco o Hotel Vila Gale e o Hotel Rural da Ameira; por nos terem oferecido, cada um deles, duas noites para duas pessoas com pequeno almoço incluído. O hotel Vila Gale num sítio à escolha; e o Hotel da Ameira, uma cadeia mais pequena, será aqui em Montemor. Obrigada a estes dois Hotéis pelo apoio maravilhoso que nos deram e por não nos julgarem apenas porque somos caçadores, como acontece já em alguns sítios. Obrigada!

 

Já que estamos a falar de prémios, quero agora dar destaque e agradecer a 3 empresas diferentes do sector da caça.

Começar por agradecer à Cacicambra pelo apoio manifestado, desde o início. Sempre com uma preocupação constante sobre o que era preciso; sobre os prémios que faltavam. Houve muito cuidado com tudo e muito profissionalismo. Obrigada de coração à Cacicambra pela oferta dos cartuchos para cada concorrente, da pulseira e dos sacos.

Deixem-me agradecer também ao Francisco Marques pela disponibilidade que demonstrou em querer ajudar e em pôr-me em contacto com a Cacicambra, de forma a arranjarmos um bom patrocínio.

 

Agradecer também à Trust e à Hart que, mal souberam desta iniciativa, prontificaram-se logo a ajudar e a quererem fazer parte desta história. Tal como a Cacicambra, demonstram desde logo uma grande preocupação com o prémio, para que nada faltasse. Um grande obrigada à Trust e à Hart pela oferta do colete; dos chapéus, das t-shirts e dos panos para limpar.

 

E falta a Loja Amster… Aqueles que estão sempre disponíveis para nos ajudar e que participam em todas ou quase todas as provas, dando a ajuda possível. Já conheço o João há algum tempo e realmente tem sido incansável com tudo o que lhe peço. Está sempre disponível e pronto a dizer que sim. Obrigada à Loja Amster pela oferta do colete e da camisa.

 

Deixem-me também agradecer ao Orlando, das Perdizes da Abelheira que também se prontificou logo para ajudar, e dando uma ajuda valiosa sob o valor das perdizes. Obrigada Perdizes da Abelheira.

 

Quero também agradecer à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo pela oferta das 4 taças para os primeiros lugares. Confesso-vos que foi muito difícil conseguir estas taças; houve algumas confusões na troca de informação e, apenas a 2 semanas da prova, o Sr. Zé Augusto do desporto foi incansável e, apesar de todo o trabalho, pôs mãos à obra e ajudou-nos a conseguir estes prémios. Obrigada à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

 

E porque estamos a falar de autarquias, deixem-me agradecer à Junta de Freguesia de Vila do Bispo e das Silveiras. Uma Junta de Freguesia pequena, mas que demonstrou ter uma parte social enorme; na ajuda ao outro e na disponibilidade em querer e em fazer. Obrigada à Junta de Freguesia de Vila do Bispo e das Silveiras pela quantia doada, que ajudou nas despesas do almoço.

 

E já que estamos a falar do concelho de Montemor, onde esta prova está a ser realizada, quero agradecer a duas empresas com um poder importantíssimo nesta zona e no país. Empresas de nome, com muito trabalho, com muitos empregados mas, que ainda assim, se prontificaram logo em ajudar-nos, oferecendo-nos quantias monetárias, que irão ser somadas ao restante. Obrigada de coração ao João Freixo e às suas empresas Freixo e Silvitec, por estarem logo disponíveis por nos ajudarem. Temos pena que não possam estar aqui hoje presentes, assim como sei que ele também tem muita pena, mas por motivos de força maior não conseguiu mesmo.

E depois quero agradecer ao meu grande amigo João Cornacho, pela empresa João Artur Cornacho e Filhos Lda. O João é uma daquelas pessoas que conheci há pouco tempo mas que demonstra ser uma pessoa fantástica; um amigo verdadeiro mas sobretudo um homem com H. Obrigada João por seres nossos amigo, e por teres ajudado esta prova e estas pessoas.

 

Deixem-me também destacar mais duas empresas aqui de Montemor, que nos quiseram ajudar. Estas duas empresas oferecendo duas sacas de ração, respetivamente, para os prémios dos concorrentes. Falo da empresa Agrifialho e agradeço-lhes a oferta e a disponibilidade imediata. E falo da empresa de veterinária Vet +, do Dr. Jaime Ribeiro, também ele uma pessoa fantástica, amigo de ajudar o próximo. Obrigada a ambos!

 

Bom… Outra coisa que dá sempre algum trabalho e ainda por cima para tanta gente é a organização do pequeno almoço e do almoço.

Tenho que agradecer, desde já, à D. Carolina Morais, do Restaurante O Parque dos Leitões, onde tomamos o pequeno almoço. Esta senhora, depois de eu lhe explicar tudo aquilo que iria ser feito hoje, decidiu ajudar-nos e fazer o pequeno almoço mais barato e prepara tudo para nos receber logo às 7h. Ela tinha um almoço para cerca de 500 pessoas e, ainda assim, ajudou-nos e recebeu-nos muito bem. Obrigada ao Parque dos Leitões.

 

Este almoço hoje só é possível porque tivemos aqui várias pessoas que nos ajudaram (e muito).

Primeiro tenho que agradecer à cozinheira, a Cristina, pelo almoço maravilhoso que nos proporcionou e por tudo o que aturou, com as minhas preocupações e indecisões.

 

Deixem-me agradecer também às pessoas maravilhosas que me ajudaram aqui hoje: a minha mãe, a minha irmã, a Sandra, a Rita, a Paula e a Isa.

Depois quero agradecer novamente ao , mas este agradecimento vem no sentido daquilo que fizeste na Quinta-feira. Estavamos sem nenhum javali para o almoço, eu estava já muitíssimo aflita e tu com uma tranquilidade enorme dizias para eu ir tendo calma. O que é certo é que foste, com persistência, e conseguiste caçar este javali que hoje aqui comemos. E aqui quero também agradecer ao Gil, que se prontificou logo para ir ajudar e ver se conseguia ter sorte. É nestas pequenas coisas que vemos muita coisa. E agradeço-vos por terem estado até às 4h da manhã a arranjar o javali e por terem dormido apenas duas horas. Não poderia deixar de referir também a grande ajuda do João Cornacho e do Paulo Pinto neste processo que, desde o inicio, se prontificaram logo para ajudar a arranjar o javali. Obrigada! São pequenos pormenores para alguns, é certo, mas para mim faz toda a diferença!

 

Quero agradecer à Padaria do Cotifo, na pessoa do Fernando Silva, pela oferta do pão para a nossa refeição. Desde logo o Fernando mostrou-se disponível para ajudar e, quem o conhece, sabe que ele é assim, com um coração muito grande. Muito obrigada Fernando.

Agradecer à Adega Cooperativa de Dois Portos pelo vinho e pela sangria que ofereceu para o almoço. Creio que muitos dos que estão aqui hoje presentes acharam que foi a melhor parte do almoço. Obrigada ao meu pai por ter dado estes vinhos da Adega.

 

Obrigada à Associação de Caçadores de S. Quintino e Sobral de Monte Agraço que, como já tem sido habitual, são os primeiros a perguntar o que é preciso e a querer ajudar. Obrigada pela fruta que nos deram para o almoço e obrigada também pela grande associação que vocês são e isso só é possível devido às pessoas que a contemplam.

 

E por fim, mas não menos importante, agradecer ao Trigo Da Aldeia, na pessoa do Rui Martins, pela oferta tão generosa de todas estas sobremesas e bolos. Mais uma vez, é também daquelas pessoas que nos ajudam sempre nestes eventos e estão sempre disponíveis. Obrigada Rui!

 

Por último, deixem-me falar e agradecer a pessoas individuais que também contribuíram (e muito) para a realização desta prova.

Sem nenhuma ordem específica, começo por agradecer ao Rui Alves Monteiro. Rui, já te agradeci anteriormente por toda a ajuda que me desta, mas agora quero agradecer-te por todos os produtos que nos trouxeste, que farão a alegria das crianças aqui presentes e das crianças que ficaram em casa. Obrigada por estares sempre disponível. E obrigada pela sessão fotográfica que ofereceste como prémio.

Ao Rui Bonito, para além de todos os outros agradecimento, agradecer também a moldura com a fotografia fantástica (este ano do pointer) que ofereceu como prémio.

Ao Horácio Manuel, como tem vindo a ser hábito também a generosidade e disponibilidade, a oferta de 17 coleiras para os cães, como prémio.

Ao João António, uma figura mítica do nosso Santo Huberto, obrigada pela taça que nos ofereceu para o prémio do melhor cão.

Ao Vítor Serrano, obrigada pelo maravilhoso pão que nos trouxe novamente, e por ter vindo de propósito entrega-lo.

E por fim, e agora é mesmo o fim, quero agradecer individualmente às pessoas que não poderam estar hoje aqui presentes e que, ainda assim, quiseram dar o seu contributo, através de transferência bancária. A eles o meu profundo agradecimento; apesar de não estarem aqui fisicamente, acreditem que estão hoje aqui connosco e que fazem parte desta história.

São eles: Carlos Batista; Maguil Freire; Jorge Silva; Nuno Santos; Carlos Paiva; Camilo Eurico Pratas; Ribeiro de Carvalho e Pedro Carvalho; Ana Paula Ferreira; Paulo Fernandes; Sandra Esteves; Daniel Francisco; Rui Pinto; Boaventura Mafarra; Luís Arede e Luís Barata.

 

Obrigada a todos vocês, um por um!

Como Pablo Neruda, um importante poeta chileno do século XX disse, “A felicidade é interior; e não exterior e, por isso mesmo, não depende daquilo que temos; mas sim daquilo que somos”.

Obrigada por serem quem são! E obrigada por terem feito alguém feliz hoje."

ML.

  

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Resultados da Prova de Beneficência à CERCIMOR

Mais uma vez os caçadores uniram-se, contra tudo e contra todos, e mais uma vez fizeram história!

Pelo segundo ano consecutivo, foi escolhida uma Instituição de solidariedade social que precisasse de ser ajudada. Este ano foi a CERCIMOR - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados CRL, de Montemor-o-Novo. Esta Instituição dá apoio a pessoas com deficiência ou incapacidade, residentes em alguns concelhos alentejanos e, como todas as insituições que ajudam pessoas, animais e/ou outras causas, necessitam de ajuda. E foi isso que fizemos.

 

No dia 3 de Junho um grupo de caçadores juntou-se para fazer, uma vez mais, a diferença na vida de alguém. O encontro deu-se às 7 da manhã, no Parque dos Leitões. Esperava-nos um pequeno almoço fantástico, já servido nas mesas redondas, que faziam lembrar um casamento. 

Procedemos às inscrições dos 68 conjuntos que quiseram participar e, posteriormente, foi feito o sorteio. De referir que havia uma série só para iniciados, que contemplou 9 concorrentes, o que é fantástico.

 

Posto isto, dirigimo-nos para os campos, que estavam devidamente assinalados. Havia 7 campos, para 7 séries e tudo correu dentro das normalidades. Terrenos amplos e muito bons para a prática desta modalidade. O tempo começou a ficar quente, com o avançar da hora, mas houve sempre um vento constante que ajudou nas prestações.

 

 

Durante a manhã, conseguimos dar um saquinho com fruta, sandes e água a cada concorrente e, ainda tinhamos sandes mistas que fizeram a delícia dos mais gulosos. O ambiente estava fantástico e todos se divertiam.

 

O almoço foi no monte da Herdade dos Nabos, cedido carinhosamente pelo Eng. Passarinho e a Dª Maria Catarina. Um almoço que contou com a presença de cerca de 100 pessoas e que contemplou entradas; uma sopa de espinafres; jardineira de javali e muitos doces e sobremesas maravilhosas, oferecidas pelo Trigo D´Aldeia.

 

 

 

 

O espaço estava maravilhoso e a mesa dos prémios estava pronta para fazer as delicias de muitos concorrentes.

 

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A entrega dos vários prémios que tinhamos procedeu-se de seguida.Mas antes disso, houve tempo para fazer todos os devidos agradecimentos a todas as entidades que nos ajudaram. Um especial agradecimento à Dª Maria Catarina, por nos ter cedido a sua casa e o seu monte, para a elaboração da prova e do almoço. Oferecemos-lhe uma moldura, com um agradecimento.

 

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Ainda leiloamos um colete oferecido pela Hart e, mais uma vez, foi o Luís Delgado que ajudou e que ficou com ele. Obrigada mais uma vez Luís!

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E ficou assim ordenado, os vencedores da barrage:

(De referir que todos os concorrentes tiveram prémios, oferecidos pela Cacicambra e pelo Rui Alves Monteiro).

 

1) João Gil, BAM

 1 viagem para duas pessoas aos Açores + Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira cão + Taça18928315_1335372999914116_1126811113_n.jpg

 

2) João Pereira, BAF

2 noites para duas pessoas num Hotel à escolha Vila Gale + Taça + Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira

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3) César Sousa, EBM

2 noites para duas pessoas no Hotel Rural da Ameira + Taça + Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira

 

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4) Jorge Piçarra, EBM 

Taça + Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira + 1 saca de ração + Boné

 

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5) Luis Delgado, BAM

Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira + Chapéu + Saca de Ração + Camisa Amster

 

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6) Fernando Silva, BAM

Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira + Chapéu + Saca de Ração + T-shirt Trust

 

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7) João Vacas, EBM

Saco Cacicambra + Saco Chupa Chupa + Coleira + Chapéu + Saca de Ração + T-shirt Trust

 

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Dada a importância dos cães como companheiros de uma vida e da caça, decidimos atribuir dois prémios para o Melhor Cão. Foram eles: Correia da Silva, com PPF - 25 pontos; Jorge Piçarra, com EBM - 25 pontos. 

Prémios: Jorge Piçarra - Taça Melhor cão (João António)

Correia da Silva - Colete Amster

 

Ainda para premiar e felicitar a coragem e humildade dos iniciados, decidimos oferecer uma moldura com um POinter (Rui Bonito) ao melhor iniciado, que foi o JOão Vacas.

 

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Depois da entrega de prémios, veio o mais importante: a visita da CERCIMOR, que contou com membros da direção, professores e residentes da CERCI. 

Houve tempo para a Diretora da CERCI, a D. Cristina, fazer um pequeno discurso e agradecer-nos a todos por tudo aquilo que fizemos.

 

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E no fim, o melhor de tudo, foi sabermos que conseguimos, todos juntos, doar 1615€ para esta Instituição! 

Foto de Cercimor.

Obrigada a todos vocês, um por um. Apesar de já ter agradecido a todos individualmente aqui, deixo novamente o meu OBRIGADA do fundo do coração! Vocês são maravilhosos e ajudaram, mais uma vez, imensas pessoas a sorrirem e a ficarem um bocadinho mais felizes.

Obrigada Caçadores!

ML.

 

Foto de Cercimor.

 

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