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Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

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Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Austrália liberta um novo vírus para extinguir os coelhos

Segundo notícia do Jornal El País, o governo australiano lançou uma nova variante da doença hemorrágica, chamada RHDV1 K5, que foi descrita como sendo mais mortal que a ébola e tão contagiosa como a gripe. O objetivo? Acabar com a praga de coelhos no país e o que é certo é que estão a conseguir, pois em poucos meses já acabaram com 42% da espécie.

Francisco Parra, virologista da Universidade de Oviedo, afirma: "Este vírus fica ativo durante meses, no meio ambiente. Os coelhos morrem em 48 horas e a mortalidade atinge 90% da espécie." E Francisco Parra continua, dizendo que "este vírus é perigoso mesmo para as outras partes do mundo, que tentam proteger e preservar o coelho, pois os vírus não conhecem fronteiras e que qualquer australiano pode trazê-lo para a Europa, por exemplo, na sola das botas."

 

Mas não é a primeira vez que a Austrália lança um vírus para dizimar esta espécie. Em 1951 introduziram o vírus da mixomatose; o mesmo vírus que foi introduzido em França, em 1952, por um médico francês. Este vírus dizimou rapidamente as populações de coelhos em toda a Europa.

 

 Rafael Villafuerte, biólogo e responsável da gestão do coelho no Parque Nacional Doñana, afirma que "um país não deve ser capaz de tomar uma decisão. Deve ser uma questão regulada pela Organização Mundial de Saúde Animal"; e teme que esta nova estripe se torne mais forte futuramente.

 

Mark Schipp, responsável pelos assuntos veterinários da Austrália, diz que esta medida teve de ser imposta, devido aos estragos que os mais de 150 milhões de coelhos faziam na agricultura, avaliados nos 180 milhões de euros (Invasive Animals Cooperative Research Centre).

 

Em apenas dois meses, este vírus já eliminou quase metade da população de coelhos do país, numa extensão de mais de 7,5 milhões de kms quadrados (mais de 600 localidades).

Se isto chegasse a Portugal, o coelho bravo pura e simplesmente se extinguiria. E o grande problema é que poderá chegar à Europa e, consequentemente, a Portugal.

 

E agora... Que medidas serão tomadas? O que deverá ser feito? Quem poderá ajudar o coelho bravo de mais um possível novo vírus? Terão noção das consequências?

Pois é... Aqui está uma questão realmente grave e que deveria ser debatida e estudada.

ML.

 

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