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Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Manifestação em Madrid contra as mensagens animalistas de ódio e em memória à Mel Capitan

Esta foi a primeira de muitas ações que irão reivindicar o respeito pela caça, pesca e mundo rural.

No passado Domingo, 30 de Julho, houve uma concentração em Madrid, que contou com cerca de 1000 pessoas, com o objetivo de lembrar que os caçadores estão vivos e são muitos; com o objetivo de lembrar e, sobretudo, homenagear a caçadora que se suicidou na semana passada, Mel Capitan e, por fim, para exigirem respeito. Respeito, principalmente nas redes sociais, onde são alvo de humilhações, ameaças de morte, gozo e bullying constante.

O setor de caça considera necessário o desenvolvimento de leis contra o incitamento ao ódio e a necessidade de proteção para os caçadores, entre outros. 

 

Liberdade de expressão, como organizador, a lesão pode não proteger outras liberdades e dignidade, assim como tem sido o caso dramático da jaqueta Capitão Mel e blogueiro.

 

Bea Alcoya, amiga íntima de Mel, durante o seu discurso disse, entre outras coisas, que "este é o começo para que a caça continue; para que os animalistas nos comecem a respeitar e para que se perceba, de uma vez por todas, o que é a caça". Diz ainda que "a morte da Mel é como um ponto de viragem. Se não estivermos unidos, a caça acabará por desaparecer."

 

Várias foram as pessoas que discursaram nesta manifestação; entre eles o Presidente da Real Federación Española de Caza, Ángel López, que afirmou "a mensagem é clara. Agora temos de estar mais fortes e mais unidos que nunca. Os partidos políticos querem votos e nós todos somos mais de 10 milhões de pessoas em torno do mundo rural". 

Falaram ainda Michael Coya; presidentes de federações regionais de caça e também o presidente da Oficina Nacional de la Caza, Santiago Iturmendi.

 

Luis Fernando Villanueva, diretor da entidade que coordenou a mandifestação (Fundación Artemisan), salientou que "a manifestação foi uma resposta imediata e um primeiro acto para reinvidicar, de uma vez por todas, os direitos que todos nós temos".

 

A estas centenas de caçadores, juntou-se ainda um grupo de diretores e sócios da Asociación Madrileña de Cetrería; em primeiro lugar por "luto e respeito" pela Mel, mas também para exigirem respeito.

 

No final, os caçadores estavam contentes, afirmando que "a avaliação é muito positiva"; "esta manifestação cumpriu aquilo que queríamos"; "a primeira leitura é muito positiva".

 

Poderiam ter estado mais pessoas, sem dúvida, contudo é importante referir que esta tinha sido uma manifestação combinada e marcada há cerca de 1 semana (nem tanto), principalmente com o objetivo de homenagear a Mel. Havia muitas pessoas de férias e isso também terá tido influência. O que é certo, é que todos os meios de comunicação social noticiaram esta manifestação.

Há uma grande manifestação, também em Madrid, para todos aqueles que defendem o meio rural. A data final será decidida no dia 8 de Setembro, na reunião de Alianza Rural (entidade que reune organizações do setor da caça, pesca, agricultura, tauromaquia, silvicultura e outros setores do meio rural).

 

Esta foi, sem dúvida, a primeira de muitas histórias que iremos contar. A caça, a pesca e o mundo rural continuarão de "mãos dadas" nesta longa caminhada. 

Unidos venceremos, desunidos cairemos.

ML.

 

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