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Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Diário de uma Caçadora

Para entenderem a minha loucura precisam, primeiro, de conhecer a minha paixão. Quero mostrar que a minha paixão é muito mais do que o simples acto de matar... Que a minha paixão é uma forma de estar na vida!

Patrocínios e Agradecimentos - Prova de Beneficência à CERCIMOR

No dia 3 de Junho, os caçadores reuniram-se uma vez mais para ajudar quem precisa. Este ano, a Instituição escolhida foi a CERCI - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados CRL, de Montemor-o-Novo.

Conseguimos doar 1615€ e a Diretora, D. Cristina, ficou bastante emocionada e agredeceu a todos esta maravilhosa ajuda. 

 

Deixo-vos aqui o meu agradecimento, do fundo do meu coração a todos, um por um. Fica então o discurso que proferi na Prova, para todos os presentes. 

 

"Hoje é um dia muito especial. Não só para mim, não só para vocês, não só para a CERCIMOR mas, também, para toda a comunidade de caçadores. Porquê? É simples: porque mais uma vez demonstramos a nossa força, a nossa capacidade de dar sem receber nada em troca e, acima de tudo, o nosso humanismo. Demonstramos que a moda de nos chamarem assassinos, bêbados e retrógradas tem de acabar porque, o caçador de hoje em dia não é mais do que um gestor e cuidador da natureza e dos animais; um conservador das espécies mas, acima de tudo, um ser humano com sentimentos e com um altruísmo que deveria dignificar toda a classe.

 

E é de altruísmo que vos quero falar hoje. Desta atitude altruísta que todos vocês tiveram, um por um, aqui hoje. Pessoas vindas de vários pontos do país; que se levantaram de madrugada, que fizeram kms e kms; que deixaram as famílias em casa; que vieram gastar dinheiro e que vieram perder um dia de descanso. E tudo isto porquê? Para quê?

Somente para ajudarem. E somente porque são pessoas altruístas.

Obrigada!

 

Não me quero alongar mais, pois quero agradecer ainda um por um quem nos ajudou a que este dia mágico fosse possível.

 

Isto não seria possível sem a ajuda do . Além de um grande companheiro, é uma pessoa incrível, que está lá sempre para me ajudar e apoiar em todas as ideias loucas que tenho. Certamente que se não fosse ele, esta prova não teria sido como foi. Ele foi o alicerce para que tudo corresse bem, tendo tido imenso trabalho, sempre de um lado para o outro. Obrigada Zé!

Depois tenho de agradecer à minha família, porque sem eles creio que também não teria forças para chegar aqui e, principalmente, não seria quem sou. Obrigada ao meu pai, à minha mãe e à minha irmã.

 

Ao Eng. Passarinho e à Dª Maria Catarina, fica o meu muito obrigada também. Sem vocês tudo isto que aconteceu aqui hoje não seria possível. Ofereceram-nos a vossa casa, as vossas coisas, com toda a gentileza e amabilidade. Desde o primeiro dia que estiveram disponíveis para ajudar, demonstrando uma preocupação e uma sensibilidade enorme, para este tipo de causas. Desde logo, a preocupação com os cães devido ao calor que se poderia fazer sentir; ou a preocupação da melhor sala para fazermos o almoço, de modo a que as pessoas ficassem contentes foi uma constante. Demonstraram o coração enorme que têm e nós agradecemo-vos por isso.

 

Sem vocês que estão hoje aqui presentes, também não haveria prova e creio que são a peça fundamental deste puzzle. Bem sei que o Santo Huberto atravessa momentos difíceis mas também acho que muitas das dificuldades somos nós que, humanamente, as criamos. Muitas vezes, as coisas são bem fáceis de se resolverem, basta nós querermos. Na família do Santo Huberto, tal como numa família normal, há discussões, há momento menos bons, há zanga, há raiva mas, acima de tudo (e é por isso que chamo família) há amizade, amor, cooperação, companheirismo e algo de que gosto particularmente: a compreensão e o perdão. Temos de saber perdoar-nos uns aos outros, para conseguirmos viver a vida. E temos de saber compreender o outro e colocarmo-nos no seu lugar, para conseguirmos viver a vida de forma feliz. Por isso, peço-vos também que continuemos todos unidos, a fazer a diferença e a sermos feliz. Obrigada a vocês participantes por estarem aqui hoje: João Alfaiate; João Simões; Horácio Manuel; Vítor Silva; Rui Martins; João Landeiro; Bruno Limpo; Jorge Rosado; Carlos Lopes; João Gil; Paulo Correia; Valdemar Costa; Vítor Assis; Paulo Caldeira; Fernando Silva; Sérgio Fernandes; António Matias; João Pereira; Correia da Silva; Rui Almeida; Rui Bonito; Fernando Brito; César Sousa; Jorge Piçarra; Nuno Godinho; Flávio Fernandes; Fernando Neves; Fernando Henriques; Carlos Velez; Nuno Balico; Manuel Duarte; José do Carmo; Ricardo Duarte; João Costa; Nuno Turíbio; Nuno Santos; Paulo Vale; Luís Delgado; Alberto Henriques; Dinis Cristo; Pedro Figueiredo; João Gil.

 

E deixem-me também dar destaque aos novos participantes que aqui estão e que tiveram a coragem de participar, muitos deles não tendo a noção do que era uma Prova de St Huberto. Para além da coragem e da humildade, tiveram a intenção mais maravilhosa de todas: o querer ajudar o próximo e só isso, por si só, já faz de vocês grandes seres humanos. Muito obrigada Nuno Calado; João Vacas; Francisco Marques; Rui Alves Monteiro; Leonel Marques; José Godinho; Ricardo Ribeiro; Nuno Miguéns e Fernando Garrucho.

 

Continuando, quero agradecer do fundo do meu coração aos juízes hoje aqui presentes. Bem sei que estão sempre disponíveis para tudo e hoje, mais do que nunca, quiseram estar aqui presentes e demonstrar isso mesmo: que não são os maus da fita, mas sim outra das peças fundamentais do puzzle. Juízes há muitos e cada vez mais; mas os bons juízes destacam-se dos outros todos porque têm algo de diferente. O conhecimento teórico aprende-se nos mesmos livros; a experiência prática adquire-se no terreno, com os cães e com os concorrentes; mas a sensibilidade para julgar; o bom senso e a humildade só alguns é que têm. E é aí que se diferenciam dos outros. Obrigada a todos vocês que são muito bons juízes: Manuel Brás; José Pedro Leitão; Joaquim Rosa; José Gonçalves; João Lisa; Paulo Filipe; Samuel Lourenço; Paula Estrelo (tirocinante).

 

Aos postores, outra das peças do puzzle, o meu sincero agradecimento. É um trabalho ingrato, sem dúvida. Fazem-no porque gostam mesmo disto, não ganham nada em troca. Fazem-no porque são pessoas maravilhosas, que gostam de ajudar, que estão disponíveis e que gostam dos animais e da caça, tal como todos aqui presentes. A colocação de perdizes é um trabalho ingrato, muitas vezes há o receio de não saber qual o melhor sítio para as colocar, de forma a não prejudicar ninguém, saber como está o vento, qual o comportamento que as perdizes podem adotar; levar com as “culpas” se algo corre mal… Enfim, há um sensibilidade peculiar que tenho de ressalvar e agradecer. Obrigada também a vocês por estarem aqui hoje presentes: João Costa; Hilário; Joel; Marco; Freddy; Renato e Vítor.

 

Quero também agradecer a todos aqui presentes. Às mulheres que acompanham estes homens nas provas e que os esperam depois de um dia de caça. Vocês não sabem o papel fundamental que têm na vida deles, mas acreditem que se não fossem vocês, a amarem-nos, a estarem lá quando necessitam e a cuidarem de tudo; a caça e toda esta forma de vida não teria o mesmo sabor.

E aos filhos hoje aqui presentes… Fiquem felizes porque têm um pai que certamente vos dará a melhor educação do mundo e vos transmitirá os valores mais importantes.

 

Não querendo menosprezar ninguém, gostava apenas de fazer referência a algumas pessoas que me ajudaram e estiveram sempre preocupadas com o decorrer de toda a situação. São elas o João Pereira, que desde início me incentivou para fazermos esta prova; o Rui Bonito, que está sempre disponível para me ajudar em tudo e para ouvir os meus desabafos; o Rui Alves Monteiro que foi essencial para a concretização de todas as minhas ideias mirabolantes. Todos os dias havia qualquer coisa nova que lhe ia pedindo e ele sempre com a sua simpatia e dedicação, ajudava-me em tudo.

Obrigada também ao meu amigo Gil, que ia ouvindo os meus desabafos consequentes do que corria pior, do que já tinha conseguido fazer. E sobretudo obrigada pela amizade, e por todos os conselhos que me dás.

Obrigada ao Paulo Filipe que é daqueles amigos que também está sempre disponível para tudo, com o coração gigante que tem.

Obrigada ao meu querido Manuel Brás, que é daqueles que eu nem preciso de falar, pois já sei que estará sempre comigo em tudo.

Obrigada também à Paula e ao Nuno, que me ajudaram nos pormenores de última hora e sem eles seria mais difícil.

 

Por último, e não menos importante, tenho que agradecer a todas as pessoas e a todas as instituições que tornaram esta prova diferente das outras. Não pela quantidade de prémios ou pela qualidade dos mesmos, mas sim pela importância que têm no dia a dia; seja no mundo da caça ou não. Pessoas ou instituições que têm a sua vida; que não ganham nada em ajudar-nos (a notoriedade é um ganho secundário, no meio de tudo isto) e ainda assim mostraram-se disponíveis em dar. Em ajudar. O que hoje em dia é difícil.

 

E primeiro que tudo, e não é pelo valor do prémio, mas sim pela Instituição que é e pelo trabalho que deu; tenho de agradecer à Sata Açores. Uma companhia de aviões muito grande que não voa só para os Açores; que tem centenas de empregados, de assuntos para resolver; que não deve conhecer a realidade da caça e dos caçadores; que me aturaram quase todos os dias ao telefone, para obter alguma resposta (resposta essa que passou por muita gente) mas que, no fim de tudo isto, aceitou juntar-se à nossa causa, oferecendo a viagem de ida e volta para 2 pessoas aos Açores. Obrigada à SATA.

 

Seguindo esta linha e também porque são empresas que nenhuma ligação têm com a caça ou com os caçadores, destaco o Hotel Vila Gale e o Hotel Rural da Ameira; por nos terem oferecido, cada um deles, duas noites para duas pessoas com pequeno almoço incluído. O hotel Vila Gale num sítio à escolha; e o Hotel da Ameira, uma cadeia mais pequena, será aqui em Montemor. Obrigada a estes dois Hotéis pelo apoio maravilhoso que nos deram e por não nos julgarem apenas porque somos caçadores, como acontece já em alguns sítios. Obrigada!

 

Já que estamos a falar de prémios, quero agora dar destaque e agradecer a 3 empresas diferentes do sector da caça.

Começar por agradecer à Cacicambra pelo apoio manifestado, desde o início. Sempre com uma preocupação constante sobre o que era preciso; sobre os prémios que faltavam. Houve muito cuidado com tudo e muito profissionalismo. Obrigada de coração à Cacicambra pela oferta dos cartuchos para cada concorrente, da pulseira e dos sacos.

Deixem-me agradecer também ao Francisco Marques pela disponibilidade que demonstrou em querer ajudar e em pôr-me em contacto com a Cacicambra, de forma a arranjarmos um bom patrocínio.

 

Agradecer também à Trust e à Hart que, mal souberam desta iniciativa, prontificaram-se logo a ajudar e a quererem fazer parte desta história. Tal como a Cacicambra, demonstram desde logo uma grande preocupação com o prémio, para que nada faltasse. Um grande obrigada à Trust e à Hart pela oferta do colete; dos chapéus, das t-shirts e dos panos para limpar.

 

E falta a Loja Amster… Aqueles que estão sempre disponíveis para nos ajudar e que participam em todas ou quase todas as provas, dando a ajuda possível. Já conheço o João há algum tempo e realmente tem sido incansável com tudo o que lhe peço. Está sempre disponível e pronto a dizer que sim. Obrigada à Loja Amster pela oferta do colete e da camisa.

 

Deixem-me também agradecer ao Orlando, das Perdizes da Abelheira que também se prontificou logo para ajudar, e dando uma ajuda valiosa sob o valor das perdizes. Obrigada Perdizes da Abelheira.

 

Quero também agradecer à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo pela oferta das 4 taças para os primeiros lugares. Confesso-vos que foi muito difícil conseguir estas taças; houve algumas confusões na troca de informação e, apenas a 2 semanas da prova, o Sr. Zé Augusto do desporto foi incansável e, apesar de todo o trabalho, pôs mãos à obra e ajudou-nos a conseguir estes prémios. Obrigada à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

 

E porque estamos a falar de autarquias, deixem-me agradecer à Junta de Freguesia de Vila do Bispo e das Silveiras. Uma Junta de Freguesia pequena, mas que demonstrou ter uma parte social enorme; na ajuda ao outro e na disponibilidade em querer e em fazer. Obrigada à Junta de Freguesia de Vila do Bispo e das Silveiras pela quantia doada, que ajudou nas despesas do almoço.

 

E já que estamos a falar do concelho de Montemor, onde esta prova está a ser realizada, quero agradecer a duas empresas com um poder importantíssimo nesta zona e no país. Empresas de nome, com muito trabalho, com muitos empregados mas, que ainda assim, se prontificaram logo em ajudar-nos, oferecendo-nos quantias monetárias, que irão ser somadas ao restante. Obrigada de coração ao João Freixo e às suas empresas Freixo e Silvitec, por estarem logo disponíveis por nos ajudarem. Temos pena que não possam estar aqui hoje presentes, assim como sei que ele também tem muita pena, mas por motivos de força maior não conseguiu mesmo.

E depois quero agradecer ao meu grande amigo João Cornacho, pela empresa João Artur Cornacho e Filhos Lda. O João é uma daquelas pessoas que conheci há pouco tempo mas que demonstra ser uma pessoa fantástica; um amigo verdadeiro mas sobretudo um homem com H. Obrigada João por seres nossos amigo, e por teres ajudado esta prova e estas pessoas.

 

Deixem-me também destacar mais duas empresas aqui de Montemor, que nos quiseram ajudar. Estas duas empresas oferecendo duas sacas de ração, respetivamente, para os prémios dos concorrentes. Falo da empresa Agrifialho e agradeço-lhes a oferta e a disponibilidade imediata. E falo da empresa de veterinária Vet +, do Dr. Jaime Ribeiro, também ele uma pessoa fantástica, amigo de ajudar o próximo. Obrigada a ambos!

 

Bom… Outra coisa que dá sempre algum trabalho e ainda por cima para tanta gente é a organização do pequeno almoço e do almoço.

Tenho que agradecer, desde já, à D. Carolina Morais, do Restaurante O Parque dos Leitões, onde tomamos o pequeno almoço. Esta senhora, depois de eu lhe explicar tudo aquilo que iria ser feito hoje, decidiu ajudar-nos e fazer o pequeno almoço mais barato e prepara tudo para nos receber logo às 7h. Ela tinha um almoço para cerca de 500 pessoas e, ainda assim, ajudou-nos e recebeu-nos muito bem. Obrigada ao Parque dos Leitões.

 

Este almoço hoje só é possível porque tivemos aqui várias pessoas que nos ajudaram (e muito).

Primeiro tenho que agradecer à cozinheira, a Cristina, pelo almoço maravilhoso que nos proporcionou e por tudo o que aturou, com as minhas preocupações e indecisões.

 

Deixem-me agradecer também às pessoas maravilhosas que me ajudaram aqui hoje: a minha mãe, a minha irmã, a Sandra, a Rita, a Paula e a Isa.

Depois quero agradecer novamente ao , mas este agradecimento vem no sentido daquilo que fizeste na Quinta-feira. Estavamos sem nenhum javali para o almoço, eu estava já muitíssimo aflita e tu com uma tranquilidade enorme dizias para eu ir tendo calma. O que é certo é que foste, com persistência, e conseguiste caçar este javali que hoje aqui comemos. E aqui quero também agradecer ao Gil, que se prontificou logo para ir ajudar e ver se conseguia ter sorte. É nestas pequenas coisas que vemos muita coisa. E agradeço-vos por terem estado até às 4h da manhã a arranjar o javali e por terem dormido apenas duas horas. Não poderia deixar de referir também a grande ajuda do João Cornacho e do Paulo Pinto neste processo que, desde o inicio, se prontificaram logo para ajudar a arranjar o javali. Obrigada! São pequenos pormenores para alguns, é certo, mas para mim faz toda a diferença!

 

Quero agradecer à Padaria do Cotifo, na pessoa do Fernando Silva, pela oferta do pão para a nossa refeição. Desde logo o Fernando mostrou-se disponível para ajudar e, quem o conhece, sabe que ele é assim, com um coração muito grande. Muito obrigada Fernando.

Agradecer à Adega Cooperativa de Dois Portos pelo vinho e pela sangria que ofereceu para o almoço. Creio que muitos dos que estão aqui hoje presentes acharam que foi a melhor parte do almoço. Obrigada ao meu pai por ter dado estes vinhos da Adega.

 

Obrigada à Associação de Caçadores de S. Quintino e Sobral de Monte Agraço que, como já tem sido habitual, são os primeiros a perguntar o que é preciso e a querer ajudar. Obrigada pela fruta que nos deram para o almoço e obrigada também pela grande associação que vocês são e isso só é possível devido às pessoas que a contemplam.

 

E por fim, mas não menos importante, agradecer ao Trigo Da Aldeia, na pessoa do Rui Martins, pela oferta tão generosa de todas estas sobremesas e bolos. Mais uma vez, é também daquelas pessoas que nos ajudam sempre nestes eventos e estão sempre disponíveis. Obrigada Rui!

 

Por último, deixem-me falar e agradecer a pessoas individuais que também contribuíram (e muito) para a realização desta prova.

Sem nenhuma ordem específica, começo por agradecer ao Rui Alves Monteiro. Rui, já te agradeci anteriormente por toda a ajuda que me desta, mas agora quero agradecer-te por todos os produtos que nos trouxeste, que farão a alegria das crianças aqui presentes e das crianças que ficaram em casa. Obrigada por estares sempre disponível. E obrigada pela sessão fotográfica que ofereceste como prémio.

Ao Rui Bonito, para além de todos os outros agradecimento, agradecer também a moldura com a fotografia fantástica (este ano do pointer) que ofereceu como prémio.

Ao Horácio Manuel, como tem vindo a ser hábito também a generosidade e disponibilidade, a oferta de 17 coleiras para os cães, como prémio.

Ao João António, uma figura mítica do nosso Santo Huberto, obrigada pela taça que nos ofereceu para o prémio do melhor cão.

Ao Vítor Serrano, obrigada pelo maravilhoso pão que nos trouxe novamente, e por ter vindo de propósito entrega-lo.

E por fim, e agora é mesmo o fim, quero agradecer individualmente às pessoas que não poderam estar hoje aqui presentes e que, ainda assim, quiseram dar o seu contributo, através de transferência bancária. A eles o meu profundo agradecimento; apesar de não estarem aqui fisicamente, acreditem que estão hoje aqui connosco e que fazem parte desta história.

São eles: Carlos Batista; Maguil Freire; Jorge Silva; Nuno Santos; Carlos Paiva; Camilo Eurico Pratas; Ribeiro de Carvalho e Pedro Carvalho; Ana Paula Ferreira; Paulo Fernandes; Sandra Esteves; Daniel Francisco; Rui Pinto; Boaventura Mafarra; Luís Arede e Luís Barata.

 

Obrigada a todos vocês, um por um!

Como Pablo Neruda, um importante poeta chileno do século XX disse, “A felicidade é interior; e não exterior e, por isso mesmo, não depende daquilo que temos; mas sim daquilo que somos”.

Obrigada por serem quem são! E obrigada por terem feito alguém feliz hoje."

ML.

  

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