Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Diário de uma Caçadora

Diário de uma Caçadora

NOVO SITE

E hoje, dia 28 de setembro, às 11h28, com 28 anos (grandes coincidências, não?), lanço o meu primeiro site!

http://www.diariodeumacaçadora.com/

 

aaa.png

O que começou por ser uma brincadeira, tornou-se em algo mais sério, que já faz parte do meu dia-a-dia. E arrisco a dizer que acho que já não conseguia viver sem escrever para vocês! No fundo é isso mesmo, escrever para vocês... Sobre aquilo que mais nos une - os animais, a natureza, a caça!

E senti que estava na altura de ir mais além, de fazer uma coisa mais séria, com mais informação e que fosse, efetivamente, uma plataforma onde possamos ir para ver o que está a acontecer no mundo da caça, mundo rural e natureza, sem nunca deixar de lado o meu toque pessoal nas coisas!

Portanto, espero que gostem deste novo site (a página de Facebook continuará a mesma, estamos quase a chegar aos 10.000 likes)! O site visto em versão telemóvel é diferente, particularmente gosto bem mais em versão computador. Mas vejam e digam-me o que acham...

Opiniões, sugestões, críticas, estarei aqui para ouvir tudo aquilo que tiverem para me dizer...

Pelos animais, pela natureza, pela caça! A união faz a força!
ML.

COMUNICADO | Mudança de Site

Venho por este meio comunicar a todos os meus seguidores que este site vai ficar suspenso e, mais tarde, será eliminado.

 

O motivo prende-se com novos objetivos, nomeadamente, elevar o nome da caça e dos caçadores, de forma mais organizada e bem trabalhada!

 

Por isso, criei um novo site que, muito em breve, estará disponível, com muitas novidades. Notícias, artigos, receitas e agenda com todos os acontecimentos relacionados com a caça são algumas das coisas que poderão ver.

www.diariodeumacaçadora.com

 

Muito obrigada por tudo, 

Continuamos juntos e, agora, ainda com mais força!

Até já!

ML.

 

29216293_2027321054257647_4136441912825479168_n.pn

 

Madrid já regista casos de Mixomatose nas Lebres

Já há um vídeo que mostra o primeiro caso de mixomatose detetado em lebres, em Navalcarnero, Madrid.
 

llega-a-madrid-mixomatosis-liebres-2-1.jpg

 
Como já tinha noticiado AQUI, no final do mês de julho começaram a aparecer casos com sintomas semelhantes à mixomatose nos coelhos, em lebres. Desde aí, não param de surgir novos casos, desde Córdoba, Sevilha, Albacate, Toledo, Cuenca, entre outros. O caso é alarmante.
 
Agora, em Madrid, apareceu já uma lebre, supostamente infetada, numa reserva em Navalcarnero, sul de Madrid.
Segundo a Revista Jara Y Sedal, o Presidente da Sociedade Local de Caçadores de Navalcarnero, Samuel Domínguez, confirmou a verecidade da notícia, dizendo que "esta manhã o guarda da nossa reserva filmou uma lebre com mixomatose".
 
"Até agora não tínhamos visto nenhuma lebre afetada", mas parece que a situação mudou. Recolheram a lebre, a fim de analisar o problema e verem o que poderão fazer para salvar a espécie desta doença que matou milhares de coelhos, anteriormente.
 

 

 
 
 

 

Feira de Caça, Pesca e Natureza do Oeste

O Complexo Desportivo do Turcifal acolheu a realização da 9.ª edição da Feira da Caça, Pesca e Natureza do Oeste, que decorreu de 21 a 23 de setembro.

 

agendafeiracacapesca_w847.jpg

 

Este certame contou com uma panóplia de atividades, desde uma exposição de fauna viva, espécies cinegéticas e domésticas, um campo de treino de caça para cachorros e tasquinha da caça; várias bancas com artigos de pesca, caça e artigos regionais. Além disso, houve também um conjunto de iniciativas diversas, desde a realização de concursos de cães de caça, de pesca, demonstrações de cães de parar e de cachorros coelheiros, batismos equestres e momentos de animação.

 

Esta iniciativa pretende divulgar o património cinegético, natural e paisagístico, as atividades equestres e o mundo rural, bem como todas as associações do concelho cuja atividade se liga a esta temática. Pretende-se também divulgar com especial enfoque o património natural da Paisagem Protegida Local das Serras do Socorro e Archeira.

 

Este foi o ponto de encontro por excelência de todos os amantes da caça, da pesca, da natureza e mundo rural.

 

Tive oportunidade de, no sábado, deslocar-me à feira, para julgar a Prova de Santo Huberto e para participar na Prova de Morfologia.

A Prova de Santo Huberto foi por equipas, constítuida por 3 elementos cada. Cada elemento foi julgado por um juíz diferente. Foram juízes: Jorge Rodrigues, Paulo Filipe e Mafalda Leitão. Os postores foram o Fred, o Hilário e o Marco. Presentes 5 equipas, os grandes vencedores foram os Lobos do Oeste (Luís Delgado, Fernando Henriques e Sérgio Fernandes).

 

42472975_10209971631807912_3196821381924782080_n.j

Depois de um almoço de convívio, realizou-se a Prova de Morfologia, julgada pelos juízes do CPC Jorge Rodrigues e José Ribeiro. Cachorros, Cães de parar, Cães de Matilhas, Podengos e outros Cães de Caça foram as categorias a concurso. Apresentei cães nas classes de cachorros, cães de parar e Podengos, tendo obtido os seguintes prémios:

 

42416681_2193565410966543_8918580919644717056_n.jp

1° lugar classe Podengos - Gallego 
3° lugar classe Podengos - Baga

 

Foi um dia muito engraçado, com uma dinâmica ativa e com várias pessoas ligadas à caça e ao mundo rural a estarem presentes no certame. Eventos deste género são precisos, principalmente para divulgar estas atividades e os produtos regionais de cada sítio!

ML.

 

Fica aqui o vídeo que foi feito para apresentação da Feira.

 

 

CDS-PP propõe audição pública sobre nova lei das armas

O CDS-PP criticou a nova lei das armas, acusou o Governo de fazer um diploma “assente em equívocos e preconceitos” e vai propor uma audição pública, no parlamento, sobre o tema.

 

800.jpg

 

O deputado Telmo Correia e o eurodeputado Nuno Melo anunciaram esta medida, numa conferência de imprensa no parlamento, tendo em conta que a lei pode prejudicar “centenas de milhar” de pessoas, entre caçadores, colecionadores, atiradores desportivos ou pessoas que herdaram uma arma.

 

Segundo a TVI24, Nuno Melo afirmou que o diploma anunciado pelo Governo “vai além” da diretiva europeia que é transposta para a lei portuguesa, sob as críticas de caçadores a colecionadores e armeiros como, por exemplo, a limitação do número de armas detida por cada pessoa.

 

Para Nuno Melo, este é um setor que está muito regulamentado, emprega muitas pessoas e que paga impostos. O eurodeputado contestou a ideia lida nos “títulos de jornais” de que o Governo quer “500 mil armas de circulação”.

Hoje em dia, com a lei em vigor, quem quer ter uma arma em casa, mas não a utiliza, é obrigado a tê-la num cofre, uma licença de detenção, que é controlada pelas forças policiais, disse.

E quanto ao risco que estas armas representam para a sociedade, Nuno Melo afirmou que são muito menos os roubos de “casas de particulares” do que de quartéis e esquadras policiais, dando o exemplo do roubo de pistolas “Glock” e de armamento dos paióis do Exército, em Tancos.

 

Termina, com ironia, dizendo que não é por haver “muitos crimes cometidos com facas de cozinha e até com carros” que o Governo vai legislar que “se tem que usar talheres de plástico ou que as pessoas vão deixar de poder ter determinado número de veículos nas suas garagens”.

 

Fonte: TVI24

Não mates, caça!

“Não mates, caça! Porque não é o mesmo matar e caçar”. Isto escrevia Félix Rodriguez de La Fuente, há mais de 70 anos. E hoje, em pleno século XXI, não há nada de mais acertado!

 

35164745_2092616294394789_3831049813726593024_n.jp

O ato de matar é uma consequência de quem caça, sem que isso se torne num objetivo. Há muita história vivida nestes momentos em que andamos terreno atrás de terreno, dia após dias, faça chuva ou faça sol.

Sem limites ou imposições, tudo pode ser válido num dia de caça, quando há ética e valores de um verdadeiro caçador.

Vive-se livremente, respira-se de forma diferente e até os passos são dados com uma nuance única.

 

Mas para que isto seja verdade, temos de viver (e ter) o intuito de caçar e não de matar. E talvez essa pequena (grande) diferença nos tenha levado ao patamar em que estamos hoje. Ataques constantes de pessoas que pouco ou nada conhecem sobre um ser humano livre na natureza, em que o instinto de predador e presa está patente, como numa criança de 3 anos que corre livremente atrás dos pombos ou como um jogador de râguebi que tem como objetivo “apanhar a presa”.

Vistas bem as coisas, tudo poderia ser tão fácil, se não complicássemos com teorias e ideias da moda… Se há tantos anos que andamos cá neste mundo, e se sempre se caçou (por isso o homem conseguiu evoluir), porquê quererem terminar com tudo?

 

Porque não sabem o que é caçar! E pensam que a caça se cinge ao matar… Mas, um verdadeiro caçador não mata, caça!

 

Será o mesmo? Claramente que não. A caça é uma arte, uma forma de vida, uma maneira de estarmos em permanente contacto com a natureza e conhecermos os animais como mais ninguém o sabe. Porque não vivem todos os dias com esse intuito: alimentar, gerir, conservar, planear. No fundo, Caçar!

 

Félix Rodriguez de La Fuente foi um importante naturalista, com um papel fulcral na preservação de espécies, nomeadamente o lobo e o lince ibéricos. Era caçador.

Hitler, o genocida alemão, conhecido por matar milhões de pessoas não fez nada pelos animais, pela conservação e futuro das espécies, mas idolatrava-os. Há várias teorias que apontam que este poderia ser vegetariano. Era contra a caça.

 

Diferenças?

 

Talvez no dia em que os filmes da Disney vierem até à realidade, e os animais começarem a falar, muitas pessoas comecem a perceber que caçar não é o mesmo de matar!

ML

 

* Artigo publicado na Revista da Feira da Caça do Turcifal

Governo proíbe caça nos terrenos afetados pelo incêndio de Monchique

A partir de hoje, 21 de setembro, está proibida a caça nos terrenos situados no interior do perímetro da área atingida pelo incêndio que deflagrou nos concelhos de Monchique, Odemira, Portimão e Silves.

 

A Portaria n.º 267-A/2018, que altera a Portaria n.º 105/2018, de 18 de abril, vem alargar a proibição da caça às zonas fustigadas pelos incêndios de Monchique, Odemira e Portimão, e nas faixas circundantes num raio de 250 metros. Alarga também a isenção do pagamento da taxa de concessão a estas zonas de caça nas épocas futuras. 

 

Esta proibição estará em vigor até ao final da época venatória 2018/2019. 

 

Esta proibição não se aplica à caça ao javali pelo processo de espera em terreno ordenado porque, segundo o Vida Rural, o Ministério da Agricultura diz que “se trata de uma população com um número elevado de efetivos, à qual devem ser aplicadas medidas de gestão que adaptem o número de indivíduos aos recursos existentes.”

 

42130632_1083952145101354_3336232674573418496_n.jp

Encontro Internacional de Jovens Caçadores

Com organização da JUVENEX, Associação de Jovens Caçadores Extremenhos, vai haver um Encontro Internacional de Jovens, no fim de semana de 6 e 7 de Outubro, no Parque Nacional do Tejo Internacional.

 

Entre as várias atividades propostas haverá, por exemplo, passeios de barco pelo tejo, oportunidade de descobrir o montado, rota dos dolmens ou tradições rurais.


A inscrição é gratuita para jovens dos 14 aos 30 anos, com alojamento e pensão completa incluída.

 

Para mais informações, envie um email para asociacionjuvenex@yahoo.es

 

image1.png

 

Novo estudo científico diz que as plantas também sentem dor

Há uns tempos uma investigação da Universidade do Missouri (EUA) descobriu que as plantas conseguem identificar sons e reagir a ameaças. Agora, um novo estudo, publicado este mês na Revista Science, revela que as plantas também sentem dor.

 

bb1622a4963516cde78126eb29105561-783x450.jpg

 

A ideia-chave deste novo estudo é que há uma semelhança entre a reação das plantas quando sentem “dor” e o sistema nervoso dos animais. Mas vejamos mais pormenorizadamente.

 

Os resultados do estudo "Glutamate triggers long-distance, calcium-based plant defense signaling", que pode ler na íntegra AQUI, sugerem que há uma grande semelhança entre a reação das plantas e o sistema nervoso dos animais.

Quando uma planta é picada por uma lagarta ou um inseto, reage ao dano da mesma forma que um animal, utilizando as mesmas moléculas, mesmo sabendo que as plantas não têm um sistema nervoso. Essa reação tem a função de ativar um sistema de “defesa”, propagando e partilhando a “dor” com outras plantas.

 

Os investigadores norte-americanos são da área da botânica, microbiologia e bioquímica, e decidiram estudaram as reações da Arabidopsis thaliana, uma pequena planta crucífera nativa da Eurásia e do norte de África. 

 

Segundo o zap.aeiou, as autoras contam que “As plantas são estacionárias e não podem escapar dos herbívoros, por isso respondem com defesas químicas para detê-los e reparar tecidos danificados”. O botânico Simon Gilroy acrescenta ainda que "Sabemos que existe um sistema de sinal sistémico e que, se atingirmos a planta num certo sítio, o resto desencadeia as suas respostas defensivas. Porém, não sabíamos o que estava por trás desse sistema”.

  
 

Houve uma série de vídeos gravados pelos cientistas, que permitiram perceber que a carga elétrica, na forma de ondas de luz transmitidas pelos iões de cálcio, se propaga desde o foco do dano para o resto da planta a uma velocidade de um milímetro por segundo.

É muito mais lento do que as reações nervosas dos animais, cujos nervos transmitem o sinal da dor até 120 metros por segundo, contudo, os cientistas dizem que o organismo da planta cumpre a mesma função.

 

A equipa utilizou proteínas fluorescentes para poder observar os sinais à medida que se espalhavam pelas plantas em resposta ao stress. À medida que a onda se propaga, o nível de hormonas defensivas na região afetada aumenta, segundo os investigadores, que admitem que este sistema de defesa pode variar entre as diferentes espécies.

 

E agora?

 

Referências Bibliográficas: Toyota, M., Spencer, D., Sawai-Toyota, S., Jiaqi, W., Zhang, T., Koo, A., Ho, G., et al. (2018). Glutamate triggers long-distance, calcium-based plant defense signaling. Science, 361, 1112-1115.

Fonte: zap.aeiou

 

O papel do Caçador na Peste Suína Africana

Recentemente, foram detetados casos de javalis infetados com Peste Suína Africana (PSA), na Bélgica. O risco associado à dispersão da doença é assim mais elevado, e o papel do caçador é essencial para ajudar.

 

javalis.jpg

 

A Bélgica é um território com uma elevada importância geoestratégica (por ser uma encruzilhada de rotas de intenso tráfego rodoviário e ferroviário). As inúmeras pessoas que podem ter como origem ou destino Portugal, potenciam a dispersão do vírus na Europa. Todo o cuidado é pouco e torna-se necessário elevar o nível de alerta para evitar a introdução do vírus da PSA em Portugal.

 

Assim, nos termos do artigo 4º do Dec. Lei nº 39 209/53 de 14 de maio, a Autoridade Sanitária Veterinária Nacional (DGAV) recomenda que:

a) Seja reforçado o controlo sobre quaisquer transações não seguras de suínos domésticos e selvagens (javalis), produtos germinais (sémen) e produtos deles originados, oriundos da região norte e leste da Europa para o território nacional.

b) As medidas de biossegurança externas e internas das explorações de suínos portugueses sejam reforçadas (interdição de introdução de animais de origem não segura, reforço das cercas, desinfeção sistemática de todos os veículos que entrem nas explorações, cumprimento escrupuloso dos procedimentos de higiene profissional para todas as pessoas que entram nas explorações de suínos; interdição absoluta de entrada de pessoas estranhas nas suiniculturas).

c) Os veículos que transportam animais vivos oriundo daquela região europeia, sejam desinfetados com o maior rigor à entrada e à saída de estabelecimentos localizados no território nacional, abstendo-se de circular por diversas explorações com a mesma carga.

d) As pessoas profissionalmente relacionadas com a suinicultura, se abstenham, em absoluto, de frequentar explorações de suínos, matadouros e estabelecimentos de transformação de carnes de suíno e subprodutos originados em efluentes e chorumes de suiniculturas que estejam localizados na região norte e oriental da Europa.

e) Desinfecção das rodas de todos os veículos de transporte de mercadorias e veículos ligeiros que transitem pelas rodovias da Bélgica e regiões limítrofes antes de entrar em território nacional (rodilúvios ou pulverizações com soluções biocidas aprovados, constantes da lista oficial da DGAV).

f) Todos os viajantes portugueses se inibam, em absoluto, de aquirir e transportar consigo para o terrirório nacional produtos de origem suína da Europa do norte e do leste (carnes frescas, carnes transformadas);

g) Os caçadores que participem em atos de caça nas zonas afetadas pelo virus da PSA devem limpar e desinfetar escrupulosamente os equipamentos, o vestuário, calçado e eventuais veículos, salguardando o risco associado ao transporte de peças de caça, carne, produtos à base de carne e troféus a partir das zonas risco e ainda absterem-se em abosluto de contatar com suínos domésticos em território nacional. Também em território nacional devem ser intensificados os cuidados de biossegurança nos atos venatórios.

 

MAS...

QUAL O PAPEL DO CAÇADOR NA PSA? 

 

A PSA é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus. Afeta exclusivamente os suínos, tanto os domésticos como os selvagens (javalis) de todas as idades. Os javalis podem infetar-se contactando com outros javalis ou suínos doentes ou mortos e com alimentos ou materiais contaminados com o vírus da PSA.

 

Os sinais no javali surgem entre 3 a 15 dias após a infeção (período de incubação). Podem ser os seguintes: Febres altas e apatia. Vómitos, diarreia e abortos em todas as idades. Vermelhidão cutânea (orelhas, patas, barriga). Morte em 6 a 13 dias.

 

Não existe vacina nem tratamento contra a PSA. Esta não é transmissível aos humanos.

 

Tendo em conta que os Caçadores são dos únicos a estarem constantemente no campo, a cuidar e tratar dos animais, também são dos únicos que percebem, efetivamente, toda a dinâmica de um javali e, consequentemente, da doença e possível detecção no animal.

 

Os caçadores devem manter medidas de vigilância e biossegurança (não há ninguém que passe mais tempo no campo que eles):

- Eviscerar os animais nos locais apropriados que devem de seguida ser limpos e desinfetados.

- Não abandonar as vísceras no local e garantir o seu correto encaminhamento:

     * Enterramento em local apropriado, a profundidade suficiente para impedir a remoção por animais e coberto por cal viva ou outro desinfetante, seguido de uma camada de pelo menos 1 metro de terra;

      * Encaminhamento para unidade de transformação subprodutos de categoria 1 ou 2 aprovada; 

      * Encaminhamento para campos de alimentação de aves necrófagas licenciados.

- Identificar as carcaças dos animais abatidos com o selo oficial do ICNF.

- Promover o exame inicial ou a inspeção sanitária dos animais abatidos.

 

É MUITO IMPORTANTE MANTER UMA ADEQUADA DENSIDADE DE JAVALIS NAS ZONAS DE CAÇA.

Perante a observação de anormal ocorrência de javalis mortos contatar de imediato os serviços da DGAV ou do ICNF.

 

Vamos a isso Caçadores! Pela Natureza e pelos animais...

 

jshud.png

nhj.png

 

 

Pág. 1/3